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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Senado aprova profissão de DJ e Produtor DJ

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“O senador Armando Monteiro (PTB) conseguiu aprovar, nesta terça-feira (18), na Comissão de Educação (CE), o Projeto de Lei do Senado (PLS 322) que regulamenta as profissões de Disc-Jockey (DJ) e de Produtor DJ. De acordo com os dados apresentados pelo parlamentar, estima-se que atualmente mais de 1 milhão de disc-jockeys atuam à margem da legislação, como autônomos, nos diversos meios de espetáculos de diversão ao público.

Agora, o projeto será analisado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em caráter terminativo. Caso seja aprovado, os profissionais dessa categoria, também conhecida como Técnico em Espetáculos de Diversões, deverão requerer o registro prévio na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.

Porém, para obter o registro profissional, que terá validade em todo o território nacional, será necessária a apresentação de certificado de curso profissionalizante de DJ. Apenas serão dispensados do registro e de outras exigências previstas na lei nº 6.533 (art. 7º), os profissionais estrangeiros que permanecerem no Brasil, em exercício da profissão, no prazo máximo de 60 dias.

O projeto também fixa a jornada de trabalho desses profissionais em seis horas diárias e 30 horas semanais. Além disso, estabelece que na realização de eventos com a participação de profissionais estrangeiros, obrigatoriamente, deverão ser contratados.”

(Com Agência Câmara)

terça-feira, 10 de maio de 2011

No mês das noivas, DJs selecionam músicas que não podem faltar na festa de casamento

http://m.i.uol.com.br/musica/2011/05/09/ilustracao-mostra-dj-em-festa-de-casamento-1304966278267_615x300.jpg 

Noivos que ficam na pista de dança é sinônimo de festona. Essa é a máxima defendida pelo DJ Diego Briganti, da DB2 Produções, responsável por cerca de 45 festas de casamento por ano. Antes tido como opção mais econômica do que uma banda para a celebração, hoje o DJ conquistou seu espaço nas festas.
 
A variedade de sons que um DJ pode levar para a comemoração garante música durante a noite toda. "Temos quase sete décadas de música a serem exploradas. Um bom DJ vai imprimir o ritmo da festa, acelerando ou diminuindo o ritmo e a intensidade. E a participação do casal é fundamental. Noivos que ficam parados é sinônimo de festa parada", ressalta Diego.
Para ele, DJ ainda pode ser uma analogia para música eletrônica, mas uma festa de casamento vai além da canção da moda. "Temos todos os públicos nessas festas, dos amigos aos familiares, filhos ou avós", ele lembra. Por isso, é possível seguir as tradições fugindo dos clichês. "Existem clássicos regravados por intérpretes famosos e remixes para versões tradicionais", indica ele, cujos serviços variam entre R$ 2.500 a R$ 6.500.
 
"O momento é de extrema alegria, por isso o DJ precisa fazer a leitura da festa e tirar dali o máximo de emoção das pessoas", explica o DJ Milton Chuquer, que já tocou em festas do empresário Abilio Diniz, da modelo Isabella Fiorentino e da milionária Athina Onassis, e tem agenda cheia até maio de 2012 com cachê de até R$ 8 mil.
 
Milton não inclui axé, sertanejo ou pagode em suas seleções, mas garante que respeita o gosto dos noivos. "Eu não acho que exista um playlist exato e rígido, e que sirva para todas as festas, mas há algumas faixas que gosto de tocar e sempre funcionam", ele diz, citando músicas de Michael Jackson, Florence & The Machine e Kings Of Leon.
 
Para Sônia Abreu, a primeira DJ mulher da noite paulistana, a seleção deve ser "eclética e ter um pouco de tudo baseado no perfil dos noivos"
. "Classifico um DJ de casamento como DJ social. Ele deve conhecer os anos 60, 70, 80, 90, 2000. Para uma boa festa é preciso estar atualizado e não ter preconceito musical", diz ela, que está nas picapes desde 1964 e faz cerca de um casamento por semana
A chave do sucesso de uma festa de casamento, segundo Diego Briganti, é conhecer o gosto musical de seus convidados para que eles participem da celebração. "Envie um e-mail para os amigos, padrinhos e madrinhas, pais e mães, perguntando o que gostariam de escutar. Isso ajuda os noivos a escolher ou pensar melhor na repertório musical", indica.
 
Veja abaixo o Top 10 das festas de casamento segundo os DJs e clique aqui para ouvir uma seleção montada pela Rádio UOL com as sugestões:
 
Diego Briganti
1 - Michael Buble - "Love"
2 - Frank Sinatra e Bono Vox - "I Have Got You Under My Skin"
3 - Robbie Williams - "Beyond The Sea"
4 - Frank Sinatra - "The Way You Look Tonight"
6 - Hermes House Band - "Can't Take My Eyes Off Of You"
7 - Gigi D'Agostino - "I'll Fly With You"
8 - Black Legend - "You're The First, The Last, My Everything"
10 - Erasure - "A Little Respect"
 
Milton Chuquer
1 - DJ Memê - "The Ones You Love" (mix)
7 - Alfredo Azetto - "Colors X Feel What You Want"
8 - Myommi - "Sun In My Eyes"
9 - Eric Morillo - "Live Your Life"
 
Sônia Abreu
2 - Billy Paul - "Your Song"
4 - Club de Bellugas - "Mambo Italiano"
5 - Shirley Bassey - "Properlerhands"
7 - Barry White - "You're The First, The Last, My Everything"
10 - Village People - "Macho Man / YMCA


Fonte: http://musica.uol.com.br/

terça-feira, 26 de abril de 2011

Todo Mundo é DJ com o DJ King, o DJ do Guinness Book

Ele passou 5 dias tocando direto em uma maratona para conseguir entrar para o livro dos recordes, o Guinness Book.

E para conseguir tal feito ele não podia repetir musica e tinha um descanço de 20 minutos.

Confira a entrevista com o DJ King feita por Claúdia Assef para o Vírgula da Uol.

sábado, 12 de março de 2011

Batidas frenéticas: tudo para você virar um grande DJ

Festas não são festas se não contarem com boa música. Geralmente é papel do anfitrião separar as melhores canções para que todos os convidados agitem o esqueleto. Mas também há muitos casos em que algum amigo do dono da festa se propõe a ser o DJ. E quem é que nunca quis ser um DJ para controlar as pick-ups?
Pronto para começar?
Se você sabe do que estamos falando, é hora de conhecer algumas das principais ferramentas de edição e mixagem de som, todas muito úteis para quem adora criar um ambiente musical. Então se prepare para conhecer alguns dos softwares mais legais do planeta e fique pronto para comandar a próxima festa de arromba.

Mas eu só tenho um computador!

Calma, você também pode ser um DJ, mesmo que só possua um computador e algumas caixinhas de som. Se a festa vai começar daqui a poucas horas e você precisa de medidas emergenciais, utilizar o Windows Media Player pode ser uma alternativa interessante, ainda mais quando são criadas as listas de reprodução automáticas.
Listas automáticas
Se puder utilizar um som mais potente (como aqueles que possuem entrada para vídeo), os resultados são ainda melhores. Com um simples cabo P2 > RCA (uma ponta de fone de ouvido e a outra com conectores branco e vermelho) você pode ligar o seu computador a um micro system ou ao televisor, que muitas vezes oferece ótima qualidade sonora.

Quero mais!

Infelizmente não há muitas opções de mixagem com o Windows Media Player, por isso quem deseja elevar o nível das reuniões de amigos precisa conhecer ferramentas mais completas. Para os usuários mais iniciantes recomenda-se a utilização do Virtual DJ, um software simples e com recursos muito interessantes.
Primeiras mixagens
Além de oferecer simuladores de pick-ups, que garantem a utilização de scratches (arranhões nos discos), o Virtual DJ permite que os usuários criem playlists com cross-fade automático. Desta forma, sempre é aplicado um efeito de sobreposição das canções quando ocorre a transição entre elas.
Outro aplicativo bastante similar é o Traktor DJ Studio, que possui vários recursos de equalização, mas deixa de lado as pick-ups virtuais. Em suma, são aplicativos para quem quer começar a entender a dinâmica das mesas de mixagem. Simples de compreender, são ideais para quem quer animar as festinhas dos amigos.

Quero minhas próprias músicas!

Há DJs que mixam músicas para animar as festas e DJs que criam suas próprias canções. Se você quer fazer parte deste segundo grupo, precisa dominar alguns programas de mixagem mais profissionais e completos, que também são mais complicados do que os que apresentamos anteriormente.
Fruity Loops Studio
Fruity Loops Studio oferece opções para que os DJs trabalhem com padrões pré-definidos e geradores de loops, ou seja, traz diversas sequências instrumentais que podem ser combinadas para que seja criada uma canção ainda mais personalizada. O melhor do software é o Piano Roll, que simula um controlador MIDI profissional.
Com ele, os usuários podem emular instrumentos virtuais para definir acordes e sequências precisos. Este é, sem dúvidas, um dos principais aplicativos de edição e criação sonora do planeta. São vários efeitos e filtros que podem ser adicionados e configurados pelos DJs de plantão, originando músicas muito interessantes.

Mixagem touchscreen:  novas possibilidades

Com a chegada dos dispositivos touchscreen, surgiram muitas novas possibilidades para os usuários. Dos mais modestos aos mais profissionais, apps de mixagem existem aos montes na AppStore da Apple,  tanto para iPads, quanto para iPhones. Logicamente os iPads possuem a grande vantagem das dimensões maiores, o que garante mais precisão nos toques.
Para quem é DJ profissional, a utilização do Konkreet Performer é arrasadora. O app é utilizado como um controlador MIDI ou OSC para softwares de controle de instrumentos virtuais. Por meio de algoritmos, são criados sons eletrônicos perfeitos em uma interface multitouch muito bonita.
Konkreet Perfomer! Perfeito nos iPads
Criado especialmente para o iPad, ele pode ser conectado a softwares como o OSCulator do Mac OS X. Desta maneira, os usuários podem controlar os nós do aplicativo, aumentando ou diminuindo frequências e criando sonoridades muito interessantes. Perfeito para quem adora música eletrônica.
Outra ferramenta de controle para os computadores é o TouchAble, que leva os controles do Ableton para a tela do iPad. Este software garante o controle da interface MIDI com muitos novos recursos, incluindo um completo sistema de samplers para emular baterias eletrônicas e outros instrumentos digitais.

Korg: os melhores instrumentos do mundo

Conhecida como uma das principais fabricantes de instrumentos musicais do mundo (principalmente pela produção de teclados e sintetizadores), a Korg já lançou softwares completíssimos também para o iPad. Simulando botões de mixagem e sintetizadores profissionais, o software iElectribe surge como principal app da empresa.
Korg promete ótimos resultados
Podem ser aplicados efeitos pré-definidos em várias pistas diferentes. Além de que a lista de sons carregados por cada botão é facilmente configurável. Este aplicativo também é muito recomendado para quem deseja criar músicas eletrônicas para animar as festas, podendo ser utilizado para criar músicas e também para reproduzir em tempo real.
Outro app da mesma empresa é o Korg iMS-20, que transforma o iPad em uma completa interface de sintetização analógica. O app traz embutido um sampler para adição de baterias eletrônicas, um teclado para emulação de instrumentos e também uma grande quantidade de botões de controle.
Vai encarar?

Só um profissional para entender

Há também aqueles aplicativos tão completos que até mesmo editores profissionais poderiam acabar se perdendo nos controles. É o caso do ReBirth, um arrasador Techno Micro Composer reformulado para a tela touchscreen do iPad. São muitos botões de nivelamento e produção de áudio. Também acompanha baterias virtuais e compressores integrados.

Também para o iPhone

Devido às limitações dimensionais do iPhone, há uma série de apps que não rodam no dispositivo, pois ficaria praticamente impossível controlar alguns botões minúsculos. Mas os usuários destes portáteis não ficam totalmente abandonados pelos apps de controle musical.
Uma das principais ferramentas deste gênero é o Tap DJ, um software de controle de pick-ups muito similar ao Virtual DJ, mas totalmente touchscreen. Com o app, os DJs podem simular scratches e cross-fades entre as faixas. É só ligar o iPod ou iPhone às caixas de som para fazer a festa com todos os seus amigos.
Tap DJ para iPhone e iPod Touch
Tap DJ possui suporte para samplers e adição de sequências de bateria pré-definidas. Também existem vários efeitos que podem ser adicionados às trilhas reproduzidas. Além de tudo isso, o app ainda oferece suporte a temas visuais.

Partindo para as pick-ups de verdade

Depois de muito treino, você já pode perceber se acha que a vida de DJ combina com o que você deseja para sua carreira. Então torna-se necessário partir para projetos mais ambiciosos, como a compra de equipamentos profissionais de mixagem e reprodução ao vivo. Infelizmente a maioria dos equipamentos custa caro, mas o retorno financeiro existe para quem se dedica.
Pronto para as baladas?
Pick-ups não são nada sozinhas. É necessário utilizar softwares de controle sonoro para equalizar e aplicar vários efeitos. A grande maioria dos DJs profissionais utiliza notebooks da Apple para isso, pois há uma variedade maior de aplicativos de mixagem para a plataforma Mac.
Como já mostramos neste artigo, há um movimento crescente de programas para iPad sendo criados para DJs. Sendo combinados da maneira correta, é possível criar músicas alucinantes que não deixarão ninguém fora das pistas de dança.

Para quem prefere rock!

Como você pode perceber, a grande maioria dos softwares de edição musical é destinada aos apaixonados por música eletrônica.  Mas se você prefere rock’n’roll ou qualquer outro estilo que utiliza instrumentos menos eletrônicos, também há vários programas que podem se adequar às suas necessidades. Conheça agora alguns aplicativos de produção sonora que podem ser utilizados para a junção de instrumentos em músicas.
Mixando com o Audacity
Começando pelo software opensource Audacity (clique aqui para conferir o tutorial que o Baixaki preparou para ensinar a criar canções com o software), que possui versões para todos os sistemas operacionais. Com ele é possível gravar várias linhas diferentes de instrumentos reais, conectados ao computador por controladores MIDI USB ou então por entradas de microfone (inclusive quando são utilizadas mesas de equalização).
Quem prefere softwares pagos pode optar pelo SONAR, que é muito mais completo e ainda oferece uma série de efeitos e filtros que podem ser adicionados às trilhas, independentemente. Para o SONAR também podem ser adicionadas faixas com instrumentos reais, sendo que o software conta também com um banco de sons virtuais.
Os amigos de Steve Jobs possuem sua própria opção de produção musical. O software GarageBand oferece um enorme banco de instrumentos e loops pré-definidos. Com ele, usuários sem conhecimento musical podem carregar linhas instrumentais completas e ainda adicionar outras com o auxílio de um teclado virtual.
SONAR não é para qualquer um
Os sempre bem-vindos controladores MIDI podem ser utilizados no GarageBand, que emula instrumentos diversos. Este software é similar ao LogicStudio, que também permite a utilização de teclados ligados ao computador para a criação de músicas.
.....
Está preparado para arrasar nos scratches? Então conte para o Baixaki que tipo de música vai imperar na playlist das suas festas. Aproveite também para dizer quais os softwares que você mais gosta de utilizar para criar suas canções!

Fontes: http://www.baixaki.com.br/

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Download: Virtual DJ

Amanhã já é o dia da festa de fim de ano mais esperada do Cariri, o Réveillon das Cores,
a Oops! Soluções Inteligentes Para Eventos realizará no Maison Buffet,
no Bairro Salesianos em Juazeiro do Norte, próximo à Kasinski Motos.
Enquanto as baladas Oops! de 2011 não chega, 
que tal você mesmo fazer sua própria balada sem sair de casa?
Isso mesmo, seja você mesmo o DJ de sua vibe, baixe agora mesmo o 
Virtual DJ Home Free 7.0.2 e faça a diversão de sua turma!
Software com ferramentas de DJs profissionais para animar festas ou criar faixas totalmente novas.


Como seu próprio nome propõe, o Virtual DJ é um aplicativo que coloca você no comando da mesa de mixagem, tudo na frente do seu computador. Se você sempre quis saber como é ser um DJ, esta é uma alternativa virtual muito interessante e que apresenta vários recursos.

Agora é gratuito
Quem costuma utilizar o programa com frequência vai notar algumas melhorias e ajustes em detalhes visuais, como alguns botões que estão com o contorno ligeiramente diferente e menus organizados de forma mais prática. Essas mudanças não alteram a experiência de uso, servindo somente como forma de deixar o programa com uma cara mais agradável.
Além das alterações acima, os desenvolvedores fizeram uma revisão completa de todos os efeitos disponíveis, que foram calibrados novamente para obter a melhor mixagem possível. Dessa forma, o som do Virtual DJ está ainda mais próximo daquele feito por equipamentos profissionais caros.
Sistema de scratches

DJ na frente do PC
A função principal do Virtual DJ é permitir que você realize todas as funções principais de uma mesa de remix, sem precisar ter uma de verdade. Ele conta com diversos aspectos interessantes para você brincar, incluindo até mesmo dois vinis virtuais, que o permitiem realizar o scratch – aquele som ao girar os discos para frente e para trás, fazendo o "arranhão".
Interface com botões melhorados
Se você conhece alguns players de mídia famosos, como o Windows Media Player ou o Winamp, não encontrará dificuldades em fazer uso do Virtual DJ. As ferramentas adicionais dele são de fácil utilização, e bastam alguns minutos brincando com o programa para começar as primeiras mixagens.

Gerencie facilmente as músicas adicionadas
Como forma de permitir a utilização fácil de todos os recursos disponíveis, o programa conta com um prático navegador de arquivos que permite acessar rapidamente todas as pastas do computador, simulando o iTunes.
Ele fica localizado no canto inferior da tela e a navegação se dá de maneira semelhante ao Windows Explorer, o que permite uso fácil por quem está acostumado como sistema operacional da Microsoft.
Por exemplo, ao clicar em uma pasta qualquer, é exibida uma lista com todos os arquivos compatíveis presentes nela, e basta clicar em uma faixa para exibi-la em um sistema semelhante ao Cover Flow do iTunes. Ao lado do arquivo é exibida a quantidade de batidas por minuto do arquivo, o que permite determinar melhor a sequência das músicas reproduzidas e quais podem ser tocadas ao mesmo tempo.
Efeitos especiais

Mexa em tudo que vir pela frente!
Não há maneira melhor de aprender a utilizar este software do que mexer em todos os botões, barras, abas e todos os locais em que algo estiver escrito. Deixe as músicas tocando enquanto faz isso e confira o que acontece, identificando dezenas de possibilidades interessantes com o programa.
Você pode lidar, inclusive, com duas músicas ao mesmo tempo, o que para animar festas é essencial. Desse modo, você alterna entre o final de uma e o começo de outra em players diferentes, sem que o som pare para isso. Também há efeitos especiais para aplicar nas faixas, além da possibilidade de gravar suas mixagens.




 
Software Gratuito
Tamanho: 28,61 MB
7.218.167 downloads
Sistema: Windows XP/Vista/7/98/2000
Empresa: Atomix Productions

Fonte: http://www.baixaki.com.br

domingo, 26 de dezembro de 2010

Mas afinal, o que é um DJ?

Quando se fala em baladas, pensamos logo em muita música, bebidas, pessoas bonitas, dança e DJs.
Mas afinal, o que é um DJ? E o que essa sigla significa?

Um Disc |Jockey (DJ ou dee jay) é um artista profissional que seleciona e roda as mais diferentes composições, previamente gravadas para um determinado público alvo, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em radiodifusão em frequência modulada (FM), pistas de dança de bailes, clubes, boates e danceterias.

Etimologia do termo

O termo disc jockey foi primeiramente (e ainda é) utilizado para descrever primeiramente a figura do locutor de rádio que introduziam e tocavam discos de gramofone, posteriormente, o long play, mais tarde compact disc laser (CD) e atualmente, empregam o uso do mp3. O nome foi logo encurtado para DJ. Hoje, diante dos numerosos fatores envolvidos, incluindo a composição escolhida, o tipo de público alvo, a lista de canções, o meio e o desenvolvimento da manipulação do som, há diferentes tipos de DJs, sendo que nem todos usam na verdade discos, alguns podem tocar com CDs, outros com laptop (emulando com softwares), entre outros meios. Há também aqueles que mixam sons e vídeos (VJs), mesclando seu conteúdo ao trabalho desenvolvido no momento da apresentação musical. Há, no entanto, uma vasta gama de denominações para classificar o termo DJ.

Técnicas e estilos

No rádio, os DJs contribuíram para a consolidação do movimento Rock and Roll à partir da segunda metade dos anos 50, como a maior manifestação cultural da juventude do século XX; nomes de artistas tão díspares como Elvis Presley e The Beatles, não teriam alcançado o estrelato se não fosse o empenho dos DJs originais. Nessa mesma época começavam a surgir os DJs jamaicanos, conhecidos como seletores, que inicialmente tocavam principalmente discos estadunidenses de R&B nos sistemas de som, e faziam sucesso principalmente entre a população menos privilegiada que não tinha condições de ter rádio ou toca-discos.

Com o advento da discoteca em meados dos anos 70, os DJs também ganharam fama fora do rádio e foram para as pistas de dança. Nas pistas, os DJs que atuaram até o meio da década de 1990 utilizavam apenas discos de vinil em suas apresentações. Em que pese o fato de já existirem CDs antes disso, não haviam equipamentos que permitissem o sincronismo da música entrante com a música em execução (ajuste do pitch para posterior mixagem). A forma como esta ação de mixagem é realizada, aliás, é o principal diferencial entre os profissionais desta área.

Um DJ tem a percepção musical de saber quais composições possuem velocidades (mensuradas em batidas por minuto) próximas ou iguais, de forma que uma alteração em um ou dois por cento da velocidade permite com que o compasso das mesmas seja sincronizado e mixado, e o público não consiga notar que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas faixas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.

DJs das décadas de 1980 e 1990 sincronizavam a composição mixada (entrante) regulando a velocidade do prato do toca-discos, com o cuidado de fazer com que a agulha não escapasse do sulco do vinil (que na prática faz com que a música "pule") e também com que o timbre da voz da música não ficasse, por demais, alterada com a velocidade muito alta ou muito baixa do prato. Esta alteração da velocidade era possível em toca-discos que possuem o botão chamado pitch. O toca-disco mais famoso, nesta época, era o Technics SL-1200 MK-2, que até hoje é vendido e procurado por profissionais e amantes do vinil pela robustez e força que o seu motor de tracção directa apresenta.

Após a popularização do CD, fabricantes como Pioneer, Technics e Numark desenvolveram aparelhos do tipo CD player com recursos próprios para DJ. Conhecidos como CDJs, possuem botões especiais para alteração de pitch, de retorno da faixa, de marcação de ponto (efeito cue) e looping. O timbre da música passou a ser controlado (opcionalmente) por um acionador específico, normalmente conhecido como Master Tempo. Com este recurso, mesmo que a composição esteja extremamente acelerada (ou desacelerada), o timbre da voz, teclados, guitarras, etc. é mantido, driblando de certa forma a capacidade de percepção do público, em notar que determinado som está tocando em velocidade diferente da normal. Além disso, não há mais o risco de o disco pular, apesar de o cuidado em se limpar as mídias de CD ser o mesmo, pois uma mancha em uma mídia óptica pode prejudicar e até interromper a canção em execução. Outra facilidade destes equipamentos é marcar o ponto de início da música (designado cue point). Assim, um DJ com um simples toque no botão pode retornar ao ponto de partida poucos segundos antes de mixar a música sobre a que está sendo executada.

Atente-se aqui para o fato de que, além do talento musical obrigatório a um DJ em se conhecer aproximadamente o tempo das composições que ele pretende mixar durante sua apresentação, o mesmo também deve conhecer onde, quando e se uma composição ou determinada versão desta possui uma região (geralmente sem vocal, com batidas secas e pouco ou nenhum aparecimento de guitarras e teclados) popularmente conhecida como quebrada, onde é possível entrar a próxima composição sem que o resultado fique confuso (com dois vocais de canções diferentes "falando" ao mesmo tempo, por exemplo). Este capricho é obrigatório para profissionais que fazem mixagens ao vivo, tanto com vinil quanto com CDs.

O DJ é, no fim das contas, um animador de eventos. Este deve conhecer canções o suficiente para saber como e quando mixá-las, deve sentir a vibração do público que o está ouvindo, e saber mudar um estilo na hora certa, para que a pista não esvazie. Deve ser o mais eclético possível, ou deixar bastante claro ao seu público e ao seu contratante qual é seu estilo ou tendência. Existem DJ especializados em raves. Outros, que se dedicam a canções que já fizeram sucesso a oito, dez ou vinte anos atrás.

Compactos

As versões das canções que um DJ utiliza não são, geralmente, as mesmas versões que normalmente se ouve em videoclipes ou estações de rádio. Para cada nova canção que é lançada no mercado, desde a década de 1970, a gravadora lança um disco (ou CD) específico, denominado compacto, para aquela canção. No caso do vinil, um compacto também pode ser de sete polegadas, dez polegadas ou doze polegadas. Em CD, este é conhecido como 5 (cinco) polegadas. Um compacto é um vinil ou CD que possui uma mesma canção em várias versões, produzidas especialmente para mixagens ou amantes de versões alternativas. Enquanto uma versão normal de canção possui normalmente de três a quatro minutos de duração, uma versão de compacto pode durar até quinze minutos, com grandes introduções, quebradas, edições, reprises de vocal etc.. Estas versões alteradas também são conhecidas como remixagens, versões 12, versões club, versões estendidas e dub. Um compacto também pode conter versões instrumentais e a cappella. Enquanto um álbum de coletânea de determinado artista pode possuir um nome qualquer, um compacto sempre tem o nome da canção que nele está gravada, mesmo que o disco tenha apenas uma versão da canção que o nomeia.

Composição digital

Já no fim do século XX, com a popularização do formato MPEG-1 layer 3 (popularmente conhecido como MP3) para canções digitais, de programas de compartilhamento de arquivos como o Napster e o surgimento de programas de edição musical, surgiu uma nova casta de editores musicais auto-denominados DJs. Apesar de estes possuírem, as vezes, até certo talento para música, pois precisam alterar uma faixa para mixar na anterior, tem seu trabalho extremamente facilitado e, portanto, não são bem vistos por profissionais que executam seu trabalho ao vivo em clubes, casas, discotecas e eventos.

A mixagem em computador é feita de forma caseira, e não há o julgamento do público ao trabalho sendo feito ao vivo. O que o público irá ouvir é uma mixagem feita em estúdio e já gravada. Caso uma canção seja alterada e mixada com a anterior, mas o resultado não seja o esperado pelo editor (timbres, batidas ou compassos dessincronizados, por exemplo), a ação de mixagem pode ser desfeita e refeita quantas vezes forem necessárias. Assim, o resultado final é uma mixagem tão perfeita quanto artificial.

Porém, grandes DJs também fazem uso destes programas para criação de sequências de múltiplas canções denominadas megamixes, de participações de curta duração em programas de rádio e até mesmo de novas versões dessas canções, que não existam em seus respectivos compactos.

Existem hoje em dia softwares capazes de simular na tela de um computador dois toca discos ou cdjs e um mixer, com inúmeros recursos iguais ou até superiores aos melhores equipamentos,além de alguns poderem ser baixados gratuitamente pela internet,esses softwares estão se popularizando por serem uma alternativa a quem deseja discotecar e não pode investir muito.

Entre esses programas destacam-se o Virtual DJ,Traktor,Deckadance,MixVibes,BPM Studio,PCDJ entre outros

Fonte: http://pt.wikipedia.org/
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